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Leco Gaudino

sábado, 19 de dezembro de 2009

Confusão


A tempos que não escrevo, não por falta de inspiração, mas talvez pela ausência de idéias formadas sobre os assuntos cotidianos dos últimos dias. Novos furacões, tornados, e emaranhados de emoções das quais não estou habituado vieram me atormentar, vou tentar dizer em algumas linhas no que estive pensando e vejamos no à que conclusão conseguirei chegar, pois quando escrevo sei que consigo ser mais profundo e principalmente verdadeiro comigo mesmo, meus sentimentos, e algumas vezes consigo expor a quem lê um interpretação mais fria e exata sobre meu eu.
Bem comecemos pelo ciúme, nossa este me veio de tal forma que até eu me surpreendi uma cólera gigante me fazendo perder os sentidos da razão, eu que nunca fui de ter crises de ciúmes me deparei a ponto de perder a razão e sentidos por situações absurdamente bobas. O ciúme segundo alguns é normal quando se gosta de alguém, é comum, normal, mas em excesso é doentio, faz mal a nós mesmo, a nossa alma, muitas vezes incontrolável, mas percebi analisando a mim e algumas situações que presencia ao tempo (pouco acredito) que vivenciei isso de fora e agora me vendo dentro do contexto que, a intensidade deste sentimento vai de acordo com grau do medo de perda que se tem de quem temos ciúmes. Pelo que vi o ciúme não necessariamente uma falta de confiança, e sim o medo de perder algo ou alguém que nos é valiosas a ponto de fazermos aquelas famosas cenas, discussões e tudo mais.
Outra coisa, qual o limite que devemos ter compreensão? Admito que por vezes fui muito compreensivo nesta minha breve vida, mas existem momento onde (ai chegamos a outra coisa a ser discutida) as coisas que vão acontecendo você já compreendeu tanto, relevou o que lhe incomodava, abriu mão de expor algo, que começamos a ter nossos momentos de fúria e passamos de bonzinho, a estressado, mau humorado, brigões, bem melhor deixar as denominações pois seriam tantas que perderíamos algumas linhas pelo menos para tal. O fato é, sermos compreensivos de mais não é bom, nos omitirmos também não, eu mesmo que sou alguém que costumo guardar minhas raivas, frustrações e principalmente meu descontentamento passei a adotar a defensiva a tal ponto que brigas estão praticamente inevitáveis. Mas até onde isto está sendo saudável?
Olha saudável tenho certeza que não é nenhum pouco, mas é difícil uma pessoa não tentar se defender quando se está magoada, sim a magoa, já fui tachado até de “dodói”, mas o pior é quando a magoa nos é passada sem que o outro perceba, mas não é se doer, expectativas se formam em nossas mentes, esperamos algo que não acontece, queremos a ações que não vemos, queremos a atenção que não temos e vemos ser dada a outras pessoas.
A confusão mental neste momento é tanta, que nem sei onde mais parar de escrever, um alivio até pode me tocar agora, certezas tenho sempre, mas não gosto desta sensação de estar perdido, por hora desamparado. Aposto em amadurecimento, pois com meus erros quero aprender, assim como observar e julgar os erros alheios nos faz refletir em nossas ações. Que minha normalidade volta, a harmonia, a felicidade, o sorriso alegre, mas principalmente a paz.

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